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Implantação da tecnologia RFID no processo produtivo da Lupo

A Meias Lupo é uma empresa fundada em 1921 por Henrique Lupo, que produz e vende meias, cuecas, lingeries e vestimentos para  artigos esportivos. A empresa foi premiada no XVIII Prêmio Automação na categoria Controle de ativos com EPC/RFID.


 Da teoria à prática | Sobre o projeto

A Lupo iniciou a implantação da tecnologia RFID no processo produtivo por meio de palestras ministradas pela GS1 Brasil e entendeu a importância da adoção da padronização das etiquetas RFID. Toda a cadeia então passaria a se beneficiar deste novo modelo de identificação.

O projeto foi dividido em 3 etapas: controle de ativos, identificação de embalagens coletivas e identificação do produto unitário.

Primeiramente, iniciou-se um projeto piloto para o estudo e viabilidade do uso da tecnologia RFID. Escolhe-se o controle das caixas, pois toda a produção era controlada pelas mesmas. Cada caixa possuía um código sequencial interno impresso em uma etiqueta colada na parte externa da caixa. Implantou-se a primeira etapa do projeto piloto, que consistiu na identificação de 1500 caixas com etiqueta RFID no padrão GRAI da GS1. Colocou-se 1 etiqueta RFID em cada caixa seguindo as exigências da GS1.

As etiquetas RFID são lidas por 3 portais implantados na produção. Cada portal é composto por antena e leitor RFID, que é controlado por um aplicativo. Quando a etiqueta é lida pelo portal, a operação é confirmada no sistema SAP da empresa. 

Além da confirmação, o sistema também consegue identificar se a caixa passou por todos os processos anteriores na sequência correta. Caso a caixa esteja inconsistente, o aplicativo no portal exibirá o problema e o funcionário poderá tomar uma ação para corrigir o problema imediatamente, evitando problemas futuros.

 Vídeo

 Participantes

As empresas participantes deste projeto são: a própria Lupo, Moura Informática, que desenvolveu o software e implantou a solução RFID; a Smartrac, que forneceu as etiquetas RFID; a Acura, que forneceu os leitores e antenas RFID; e a GS1 Brasil para analisar e assessorar a padronização das etiquetas RFID.

O projeto contou com o FIT – Instituto de Tecnologia na capacitação dos profissionais envolvidos.

 Resultados alcançados

A transferência da caixa para outro setor é feita por um palete que recebe 24 caixas. Para a confirmação de transferência do palete, o funcionário fazia a leitura das caixas por código de barras e levava 30 segundos para realizar a operação. Agora, este procedimento não existe mais, pois ao passar o palete pelo portal, todas as caixas são identificadas e é confirmada a operação automaticamente.

Resolveu-se o problema do funcionário não identificar uma das caixas que estão no palete. Quando a caixa era encaminhada a um setor errado, demorava para identificar onde ela estava.

Próximos passos

Serão identificados outros objetos do tipo ativo na padronização GRAI. Serão identificados os pacotes coletivos com etiquetas RFID usando a padronização da GS1. Os lojistas receberão as mercadorias com as etiquetas RFID e poderão utilizar a tecnologia para dar entrada no estoque agrupado.