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Padrão GS1 gera benefício fiscal para Fast Shop

FastShop_logomarca_gs1brasil.jpgA rede Fast Shop começou a operar em 1986 como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jet-ski, peças e prestava assistência técnica para estes produtos, na zona norte de São Paulo.

Alguns anos mais tarde, em 1991, a empresa tomou novas diretrizes e deu início à operação de logística de entrega de eletrodomésticos aos contemplados das grandes administradoras de consórcio. Rapidez e bom atendimento foram o foco principal nessa etapa que fez a diretoria da Fast Shop entender que estava pronta para entrar no mercado de varejo.

Em 1996, a Fast Shop inaugurou sua primeira loja dentro de um shopping center. A loja do Shopping Ibirapuera, na capital paulista, focava no atendimento diferenciado. No ano de 2000, a rede inaugurou seu site de vendas pela internet.

Hoje, o endereço da empresa (www.fastshop.com.br) recebe mais de 5 milhões de visitantes por mês e oferece a possibilidade do Brasil inteiro comprar pela web.

Paralelamente, ao lançamento do site da Fast Shop, a expansão das lojas físicas continuou. Hoje, além de São Paulo, a Fast Shop está presente em grandes capitais como: Belo Horizonte/MG, Curitiba/PR, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ e Salvador/BA e outras cidades importantes do Brasil.

Em março de 2008, a Fast Shop lançou a primeira Apple Premium Reseller do Brasil, batizada de A2YOU. Uma Apple Premium Reseller é uma loja local, independente e certificada pela Apple, por ser altamente qualificada em produtos da marca.

O foco da rede é Encantar o cliente, por isso as lojas têm design arrojado, ambiente acolhedor e layout ergonômico que oferecem aos consumidores: exposição, experimentação, entretenimento, pós-venda e serviços diferenciados.

 Da teoria à prática | Sobre o projeto

Motivada pelo decreto nº 57.608, de 12 de dezembro de 2011, que cria um regime especial e que gera benefício financeiro/fiscal e exige a utilização do padrão de codificação GTIN-13 / EAN-13, a Fast Shop (FS) criou um projeto para reestruturar seus sistemas internos a fim de incluir o GTIN como chave de identificação. Com isso todos os produtos comprados e movimentados pela FS deverão apresentar o padrão GS1 de identificação. Neste sentido todos os fornecedores deverão se adequar a esse padrão. 

Os produtos que inicialmente não estiverem com o padrão, receberão um código GS1 da FS. Para atender a esta demanda, a FS filiou-se a GS1 Brasil em junho/2015, com isso além do suporte já oferecido pela GS1 desde meados de 2014, a FS passará utilizar outros serviços GS1 como o CNP – Cadastro Nacional de Produtos e o GEPIR.

A utilização do GEPIR deve-se pela necessidade de validar o GTIN que vem dos fornecedores, isso se á pela importância de garantir que as informações fiscais na NF-e estejam verídicas.

Este trabalho teve início em 2014, onde a GS1 fez uma análise da base de fornecedores da FS, onde constatamos que, em uma base de 7.553 GTINs, 80% estavam ok, os outros 20% serão regularizados para que atendam as regras acima.     

 Padrão/solução GS1 utilizada

- EAN-13 para identificação de produtos;
- Utilização do GEPIR para Validação de GTINs (códigos EAN de fornecedores);
- Cadastro Nacional de Produtos - CNP para criação dos códigos próprios.

 Resultados alcançados

São três grandes principais ganhos:

1- Recuperação dos Créditos tributários de ICMS do período de 2010 a 2015;
2- O principal ganho é no fluxo de caixa (financeiro) referente ao pagamento do ICMS-ST. A empresa deixa de recolher os impostos no momento da entrada dos produtos e passará a recolher no momento da transferência para outras unidades;
3- Com este regime a empresa volta a ter condições de abastecer os seus CDs regionais a partir do seu CD principal sem o ônus da “bi-tributação”.

Porém, pode-se classificar como um benefício importante o de ter uma base de fornecedores e códigos de produtos 100% válidos.