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Aplicação do GS1-128 na caixa e palete na Premium Foods

Empresa 100% nacional, a Premium Foods Brasil S/A tem sua sede em São Paulo e atua no seguimento alimentício de origem animal, com atuação em todo o Brasil. O grupo é formado por várias marcas renomadas, entre elas Hans, Eder, Pesarese e Buona Itália na produção e comercialização de Embutidos, Frango Sertanejo na produção e comercialização de Aves, e FrigoAlta na produção e comercialização de Carne Bovina. Prezando sempre pela qualidade diferenciada de seus produtos, é referencia de mercado, buscando atender os mais rígidos padrões e satisfazer sua exigente clientela.

 Da teoria à prática | Sobre o projeto

A empresa utiliza em seu chão de fábrica um software de desenvolvimento próprio chamado Eclipse, que, em conjunto com o ERP SAP R/3, atende todas as etapas do processo produtivo. São utilizadas impressoras térmicas Zebra para confecção de todas as etiquetas.

Os produtos acabados são direcionados ao setor responsável pela embalagem secundária, que os agrupa em caixas apropriadas e realizam a pesagem, pois são produtos de peso variável, e etiquetagem das mesmas, seguindo para armazenamento em nosso Centro de Distribuição.

Para otimizar o projeto sem impactar o tempo de produção e embalagem na unidade fabril, adotamos a estratégia de implementação do novo padrão (GS1-128) no momento da palletização, já no Centro de Distribuição, aproveitando o processo já existente de bipagem dos volumes para picking/faturamento, utilizando as informações da etiqueta gerada inicialmente pelo sistema para registrar e criar nova etiqueta com o padrão GS1-128, que é impressa imediatamente após a leitura da etiqueta original e colada na respectiva caixa. Ao final do palete, as informações são agrupadas e é gerada uma etiqueta mãe também no padrão GS1, contemplando todas as informações relevantes, como tara do pallet (que é pesado antes do início da montagem), tara das cantoneiras (peso padrão), tara do stretch (peso padrão), tara de todas as caixas do pallet somadas, resultando no peso líquido total do palete, peso esse que é considerado para o recebimento da mercadoria no cliente de acordo com o pedido do mesmo e para fatura/recebimento.

As impressoras térmicas já existentes atenderam toda a demanda do projeto, o investimento foi realizado apenas em novas etiquetas e ribon, de maior tamanho e qualidade, para adequação ao volume maior de informações constantes nas etiquetas. Foram realizados vários testes, em conjunto com a equipe técnica da GS1, dos tipos de etiqueta e ribon, para fins de homologação das novas etiquetas, certificando-as quanto a qualidade e conformidade do padrão GS1.

Nos sistemas foram desenvolvidos novos módulos para leitura das etiquetas já emitidas e impressão das novas etiquetas, contemplando todo o registro das novas informações, inclusive informações completas de cada palete finalizado.

palete_PremiumFoods.jpg


 Lições aprendidas

A necessidade de otimizar as entregas a grandes clientes, tornando o recebimento das mercadorias paletizadas mais simples e confiável, motivou a implantação do padrão GS1-128 em todas as etiquetas de identificação. Inicialmente implantado para atender o Grupo Pão de Açúcar, com informações relevantes e padronizadas, a identificação completa da carga se torna simples, comtemplando taras de embalagens primária e secundária, pallet, cantoneiras e stretch.

Além da redução significativa nos tempos de descarga dos produtos, a eficiência do padrão se torna visível na eliminação das diferenças de peso entre o faturado e o entregue, pois não é necessário pesar o palete no recebimento e descontar os valores das taras manualmente, além da inserção automática dos produtos recebidos no sistema de informação do cliente. Consequentemente as devoluções foram reduzidas a ZERO, impactando em redução de custos logísticos e fabris na esfera de 4%. A redução financeira com quebra de peso foi de 15%, em média.