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Uso do padrão GS1 DataMatrix na Prati-Donaduzzi

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A história da Prati-Donaduzzi foi construída nos pilares da dedicação total à qualidade de seus medicamentos, na valorização das pessoas, na ética e seriedade.

Após retorno de doutorado na França, no final da década de 80, o casal de farmacêuticos Luiz e Carmen Donaduzzi iniciou as atividades de uma fábrica de medicamentos na capital pernambucana, Recife.

Em meados de 1993, junto com os sócios Celso Prati e Arno Donaduzzi e com o apoio da Prefeitura de Toledo (Paraná) e do Governo do Estado do Paraná, foi possível a fixação da empresa na cidade.

Em Toledo, as atividades da empresa começaram com a produção de medicamentos para a área hospitalar, mas com visão aguçada para as novas oportunidades de mercado que estavam surgindo no Brasil, a partir da lei de liberação para a fabricação de medicamentos genéricos (Lei nº 9.787, de 10 de fevereiro de 1999), a Prati-Donaduzzi passou a galgar sua posição de destaque no cenário nacional.

Hoje a empresa é destaque na produção de medicamentos genéricos, sendo a maior fornecedora para órgãos públicos no Brasil.

Missão: Prover saúde e bem estar.

Visão: Ser reconhecida como marca de referência.

Valores: Ética, respeito e honestidade, Busca pela excelência, Crescimento do ser humano, Espí­rito de equipe


 Da teoria à prática | sobre o projeto

O objetivo principal da empresa foi estabelecer um elo de conhecimento sobre as necessidades de novos mercados desconhecidos, como os hospitais particulares, valorizar o trabalho na farmácia hospitalar e levar maior segurança ao paciente.

Em Julho de 2014, recebeu uma reclamação por parte da farmácia do HC da Unicamp, a qual atendia com diversos itens de sua fabricação, por meio de licitação pública, em referência ao item Amoxicilina 500 mg cápsula. Marcou-se uma reunião com as farmacêuticas que mostraram a dificuldade em unitarizar o blister, neste caso especifico da amoxicilina, uma vez que as cápsulas eram dispostas de forma diagonal. Assim, as mesmas mostraram todo o retrabalho na unitarização, re-embalagem, e novas descrições em todo medicamento utilizado por este Órgão Público, mostrando ainda que a necessidade e este trabalho era realizado por todos os Hospitais, sejam Públicos e Privados. O caso foi levado para a diretoria da empresa, que trabalhou junto a presidência e a recente publicação/regulamentação da RDC 80/ 06 que regula a fabricação e comercialização de medicamentos fracionáveis. 

Desta forma, lançou suas primeiras embalagens fracionáveis. No mês seguinte, agosto de 2014, recebeu uma solicitação nunca antes feita a Prati, que foi realizar uma visita ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, para conversar sobre os fracionáveis. Mais uma vez estiveram presentes, junto a farmácia, que expôs não somente a necessidade do fracionado, mas que este pudesse ter uma rastreabilidade, em cada unidade. Nesta visita, a empresa conheceu o padrão GS1 Datamatrix, que já era utilizado por este e outros grandes hospitais de referência. 

Depois de fazer benchmarking com o Hospital Israelita Albert Einstein, a Prati-Donaduzzi procurou a GS1 Brasil, que a auxiliou na implementação do GS1 DataMatrix no blister do medicamento Diclofenaco Sodico, na embalagem Fracionável. 

 Vídeo

 Resultados alcançados

A Prati-Donaduzzi sempre entendeu a importância de estar alinhada com as práticas mais modernas de gestão, tecnologia e principalmente com a satisfação do cliente. Em função disto realizou um investimento objetivando melhoria de sua performance operacional. A implementação deste projeto trouxe facilidade, praticidade e principalmente a segurança; hoje 100% garantida, que é percebida claramente pela empresa, seus parceiros e clientes.

Em relação especificamente a produtividade, entende-se que os benefícios serão gradativos de acordo com o tempo e demanda, todavia, entendeu-se que o maior ganho de produção está atrelado a segurança na dispensação e controles que se tornaram mais eficazes. Gerou economia de aproximadamente 30% a 42% aos hospitais, ao deixarem de realizar o processo de unitarização, além da rastreabilidade em todo processo, desde a saída do medicamento da indústria até ao pacientes.