Trilha do Futuro

Em 2014, a GS1 Brasil refez seu planejamento estratégico para os próximos cinco anos. “Determinamos nossos valores corporativos, ajustamos alguns deles, passamos a disseminá-los internamente, e depois os levamos para os demais públicos”, conta João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil, lembrando que a companhia dará continuidade a este trabalho nos próximos anos.

João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil, observa ainda que a GS1 continuará dedicada a “ser referência em padrões globais de identificação, captura de dados e compartilhamento de informações”. A finalidade, com isso é, segundo João Carlos, “promover a contínua inovação para o desenvolvimento e bem estar da sociedade”.

Para Virginia Vaamonde, CEO da GS1 Brasil, a rastreabilidade de alimentos e medicamentos são áreas que devem se desenvolver cada vez mais. “Acho isso muito importante, já que são segmentos que proporcionam mais segurança à vida das pessoas”. Isso, segundo a CEO, demostra ainda que o código de barras é muito mais do que uma representação numérica. “Existe uma inteligência que tem a finalidade de captar informações”.

Silveraldo Mendes, Diretor de Processos e Atendimento ao Associado, diz que sua trabalhando para proporcionar melhoria continua no relacionamento e valor agregado. Segundo ele, o objetivo é garantir que “a excelência da GS1 Brasil supere as expectativas dos associados”.

Também preocupado em atender às necessidades do público final da entidade, Charles Sampaio, Diretor de Finanças e Serviços Corporativos, afirma que sua área trabalha para “entregar todo o valor e qualidade que o associado merece”.

Sobre as novidades tecnológicas previstas para os próximos anos, Roberto Matsubayashi, diretor de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil, acredita que o próprio código de barras continuará evoluindo. “Tem aparecido demanda por mais informações e captura automática, porque estamos falando de grandes volumes e velocidade”, diz o executivo. Neste sentido, Matsubayashi lembra que o setor de saúde, por exemplo, já adotou o código bidimensional GS1 DataMatrix.

Para ele, outra área de evolução está na identificação por radiofrequência (RFID, na sigla em inglês). “O termo Internet das Coisas nasceu das pesquisas que criaram o padrão de radiofrequência”, destaca Matsubayashi. “Falamos muito sobre o conceito em 2003, 2004, 2005, e hoje virou moda”, observa.