Comando para Ignorar Faixa de Opções
Ir para o conteúdo principal
Bem-vindo à GS1 Brasil A Linguagem Global dos Negócios
Navegar para Cima

Skip Navigation LinksAnvisa-quer-centralizar-rastreamento-de-rem%25C3%25A9dios

Compartilhe:
01/10/2015

Anvisa quer centralizar rastreamento de remédios


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai propor um novo modelo para administrar os dados gerados a partir da rastreabilidade de medicamentos, medida inicialmente prevista para ser implementada até 2016.

Conhecido como RG dos remédios, o objetivo do sistema é controlar todo o caminho desses produtos –da indústria às distribuidoras, passando pela farmácias e ao próprio consumidor.

Pela proposta aprovada anteriormente, os dados, que permitem saber a localização dos produtos, ficariam de posse dos fabricantes.

Agora, a agência irá propor um modelo próprio e centralizado de informações. Neste caso, o governo receberia diretamente das indústrias, distribuidoras e pontos de venda os dados dos medicamentos, sem intermediários.

A nova proposta, à qual a Folha teve acesso, deve ser apresentada em reunião da agência nesta quinta (1º).

A medida responde a críticas do setor, especialmente do varejo, que vê riscos no compartilhamento de alguns dados com os laboratórios farmacêuticos.

Entidades como a Abrafarma, que representa um terço das farmácias no país, entraram na Justiça contra a Anvisa para evitar o problema. A preocupação é que o acesso às informações poderia ferir a questão de concorrência.

Com as reformulações, a agência espera reconciliar o setor sobre a proposta da rastreabilidade e evitar o naufrágio da medida, criada por uma lei federal há seis anos.

Com o rastreamento, a Anvisa espera evitar falsificações de remédios, impedir a distribuição de produtos fora da validade e acelerar o recall em caso de problemas, entre outras medidas.

O rastreamento é feito por meio da impressão, em cada embalagem, de um código bidimensional e um número de identificação próximos às datas de fabricação e de validade e ao número do lote do medicamento.

Fonte: Folha de São Paulo - 01/10/15