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13/06/2013

Brasil em código 2013

Brasil em Código 2013.jpg 

A GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação – responsável pela padronização de processos de logística e rastreabilidade na cadeia de valor – reuniu na tarde de terça-feira, 11 de junho, aproximadamente 300 líderes das principais empresas do país em um debate sobre tendências tecnológicas e gestão de logística e automação em processos de produção, expedição, distribuição e varejo. Realizado no anfiteatro do Sheraton WTC, em São Paulo, o evento contou com mediação de Martha Gabriel, especialista em marketing na era digital, e palestrantes como Paulo Leônidas, diretor de abastecimento do Grupo Pão de Açúcar; Ajit Shetty, membro do Conselho da GS1 e ex-presidente do Conselho Administrativo da Johnson & Johnson; Roberto Matsubayashi, diretor de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil; Marcelo Pandini, gerente de operações go-to-market da HP; e - Erik Qualman, autor dos livros Socialnomics, Líder Digital e Crise.

 
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Na abertura do evento, João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil, enfatizou a relevância que a conferência assumiu no país. “O Brasil em Código se tornou referência em gestão e tendências em tecnologia e automação. Nosso objetivo é inserir parceiros e associados GS1 numa rede global de crescimento, e hoje vamos discutir os melhores níveis de desenvolvimento e competitividade.”​
 
Durante a conferência, os palestrantes debateram a importância da padronização de processos de logística e rastreabilidade na cadeia de abastecimento. “Utilizar um padrão global de identificação é a única forma de formalizar processos”, afirma Ajit Shetty, membro do conselho da GS1. Ele explica que a automação avançada é importante em várias interfaces e fornece uma identificação adicional, além de auxiliar na redução significativa de erros. 
 
Para Paulo Leônidas, diretor de abastecimento do Grupo Pão de Açúcar, “garantir que o produto certo chegue às lojas no momento em que ele necessário é um dos maiores desafios; por isso, a codificação de cada item é muito importante para que se tenha a classificação adequada dos produtos”. “Se não houver tecnologia nos processos, haverá consequentemente menos acertos”. Neste sentido, Marcelo Pandini, gerente de operações go-to-market da HP, acrescenta que a “GS1 é uma boa alternativa do ponto de vista da padronização”.
 
Roberto Matsubayashi, diretor de inovação e alianças estratégicas da GS1 Brasil, explica que “os padrões atendem a diversas necessidades estratégicas das organizações, desde a eficiência, segurança, colaboração e sustentabilidade nos setores do varejo e produtos de consumo, na área da saúde, transporte e logística, entre outros”. Para exemplificar a eficiência da padronização, Roberto comenta que “na França o uso do padrão GS1 na cadeia de suprimentos gera uma economia de 12 bilhões de euros por ano”.
 
Matsubayashi apresentou o Estudo dos Padrões, realizado pela consultoria Capgemini, em parceria com a GS1, que revela a adoção de padrões como peça fundamental para a eficiência da cadeia de suprimentos e para atender as necessidades do consumidor que está cada vez mais exigente em suas experiências de compra.  
 
Nesse contexto, Erik Qualman, autor dos livros Socialnomics, Líder Digital e Crise, apresentou as principais tendências do mundo digital e apontou que o mais importante é “primeiramente interagir, ouvir, comunicar e, depois, vender”. “A construção do relacionamento com o consumidor é difícil e leva tempo, e a confiança entre ele e a empresa é o que faz a diferença no mundo de hoje.” Qualman explica que, por meio das redes sociais, o consumidor pode vender contra ou a favor de uma empresa; isso depende exclusivamente de sua experiência. “Se você resolver o problema do consumidor, consequentemente resolve o problema do seu negócio”, conclui o autor. 
 
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