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20/02/2015

Código de barras torna-se referência para web na localização de produtos no varejo

Um dos mais populares sites de busca, o Google, tem como referência o Global Trade Item Number (GTIN) para orientar os consumidores que adotam o omnichannel em suas compras

O Global Trade Item Number (GTIN) – nome do código numérico que identifica produtos na cadeia de abastecimento e é representado pelo código de barras – é um dos principais itens de referência para o Google auxiliar os usuários de compras on line quando buscam produtos em lojas físicas ou e-commerce. Certificado pela entidade global GS1, o GTIN é o código válido em todo o mundo, atribuído a produtos e que é composto por oito a treze dígitos. Ele tem papel relevante para a eficiência da logística. O código de barras impresso nas embalagens carrega o GTIN e pode conter várias informações.

Para alimentar os dados dos sites de busca com informações consistentes para atrair consumidores, os varejistas usam o conceito de "dados estruturados" para gerar o serviço chamado Local Inventory Ads. Eles enviam para os sites uma mensagem no padrão XML ou Txt com dados de inventário por loja. Ao fazerem uma busca por produtos nos sites de busca, os consumidores recebem informação da disponibilidade do que procura nas lojas próximas a ele – sejam elas físicas ou virtuais.

 

O GTIN ganhou relevância nessa aplicação porque é um padrão mundial de identificação de produtos e é representado graficamente pelo código de barras, forma mais comum de automação comercial. No Brasil, o caso mais notável de aplicação do GTIN foi o Ministério da Fazenda determinar que a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) tenha um campo destinado ao preenchimento desse código, tamanha é sua importância. No país, a GS1 é representada pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Saiba mais sobre GTIN: http://www.gs1.org/gtin_plus_public_review .

 

Na opinião de João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, o relacionamento entre a cadeia de abastecimento e os consumidores avança na mesma velocidade das tecnologias digitais móveis. "As pessoas assumiram a mobilidade e as compras se tornaram multicanais", afirma Oliveira. "O consumidor busca praticidade e conveniência naquilo que se chama hoje de omnichannel, uma nova experiência de compra seja por loja física, virtual, mobile commerce, TV commerce ou social commerce." Para ele, assim que forem concluídas algumas discussões regulatórias do mobile commerce no Brasil, o omnichannel evoluirá em proporções geométricas.