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09/01/2013

GTIN na NF-e

​​A obrigatoriedade do GTIN, código de barras dos produtos, nas Notas Fiscais Eletrônicas impulsiona rastreabilidade.


A Nota Fiscal Eletrônica foi criada com o objetivo de implantar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir o sistema de emissão do documento em papel. A validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente, o que simplifica as obrigações acessórias dos contribuintes, reduz papel e permite, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

Os benefícios para a sociedade proporcionados pela emissão da NF-e já foram amplamente discutidos. Sua implantação facilitou a vida do contribuinte e a fiscalização sobre operações tributadas pelo ICMS e o IPI. A nota fiscal eletrônica garante a confiabilidade do documento eletrônico padronizado, aumenta a eficiência da gestão de informações fiscais e melhora o intercâmbio e o compartilhamento de dados entre os fiscos e entre as empresas.
 
Além disso, ao influenciar todo o planejamento logístico da cadeia de suprimentos, a NF-e reduziu os custos no controle fiscal de mercadorias em trânsito.
 
Desde julho de 2011 os benefícios da NF-e são ainda maiores. O Governo Federal, por meio do Ministério da Fazenda e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), determinou a obrigatoriedade de preenchimento do campo específico para o código de barras dos produtos, o GTIN – Numeração Global de Item Comercial. O campo para esta numeração controlada mundialmente pela GS1 já existe, mas, até então, seu preenchimento não era obrigatório. Do ponto de vista da automação, segurança e rastreabilidade das entregas de produtos, os processos logísticos estão mais ágeis.
 
Toda a sociedade é beneficiada pelo “relacionamento eletrônico” entre o fluxo físico de produtos e o fluxo de informações. O Brasil é pioneiro nessa medida e seu modelo de gestão serve de exemplo para outros países. O número do código de barras - GTIN na Nota Fiscal Eletrônica facilita a gestão de produtos, sua rastreabilidade e estimula a automação na cadeia logística. Com a nova norma, o controle e a gestão de produtos como alimentos e remédios é otimizado consideravelmente. No caso dos medicamentos, por exemplo, a possibilidade de fraude, desvio ou falsificação é reduzida consideravelmente, uma vez preenchido o número GTIN na NF-e é possível rastrear o produto em toda a cadeia de suprimentos.
 
As vantagens não param por aí. A NF-e já se mostrou capaz de abrir oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a ela, de incentivar o comércio eletrônico e, principalmente, causar o impacto positivo no meio ambiente. Afinal, quando não se emite mais notas fiscais​​ tradicionais, reduz-se o consumo de papel, além de evitar o retrabalho em várias etapas administrativas.
 
Clique aqui​ para ver o ajuste SINIEF que definiu a obrigatoriedade.
Para mais informações, conheça o  arquivo de
Perguntas Mais Frequentes: FAQ - Obrigatoriedade do GTIN
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