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13/02/2013

Loja do futuro

Disseminar a identificação por radiofrequência (RFID) como padrão tecnológico em soluções de automação comercial para o setor têxtil é o principal foco da Loja do Futuro, um projeto que se concretizou pela iniciativa de empresas privadas com o apoio da GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação. Os principais empreendedores do espaço são Grupo CCRR e iTag Tecnologia.

 
 
Inaugurada em 06 de fevereiro, em São Paulo (SP), no interior do shopping Mega Polo Moda, a Loja do Futuro contou com o apoio da GS1 Brasil por ser a entidade responsável pela padronização de processos de logística e rastreabilidade na cadeia de valor. “O papel da GS1 é ajudar na democratização da tecnologia. Quando varejistas visitarem a Loja do Futuro, verão como é fácil e benéfico levarem a tecnologia RFID para os seus negócios e também se conscientizarem da padronização, principalmente ao criar o código eletrônico de produtos para identificar as peças de vestuário ”, explica Wilson Cruz, assessor de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil.
 
A associação é a responsável no Brasil pelo padrão EPC Gen2, adotado e disseminado pelas empresas parceiras da Loja do Futuro. O principal objetivo do padrão é a redução de custos e a facilidade na implantação. De acordo com Cruz, “para lojistas que aproveitam os recursos da automação, seguir o padrão facilita a aquisição de produtos de mercado, desenvolvidos com tecnologia de ponta, sem ter de desenvolver software dentro de casa, o que é caro”.
 
Localizada no centro comercial onde transita a maior parte da indústria da confecção do Brasil, o conceito da Loja do Futuro “agrega a tecnologia RFID aos produtos no mercado”, explica Valdir Gaspar, presidente e CEO do Grupo CCRR. No espaço escolhido para demonstração da tecnologia, os lojistas – público-alvo dos empreendedores do projeto – têm a oportunidade de conhecer as funcionalidades do uso de RFID. “Percebemos que a falta de adoção da tecnologia não é necessariamente por conta do preço, e sim por falta de conhecimento”, afirma Gaspar. “Apesar de ser uma solução com custo alto, o valor agregado compensa o investimento”. 
 
A exposição das soluções de automação baseadas em RFID demonstra que os benefícios desta tecnologia estão diretamente ligados à melhoria no gerenciamento da cadeia de suprimentos, o que proporciona agilidade nos processos, economia de tempo com um check-out muito mais rápido, gerenciamento e controle de mercadorias, além de maior precisão das informações. “A ideia é fazer a difusão da tecnologia RFID, democratizar o uso. É fazer com que o lojista saia daqui com a loja pronta. Por isso, convidamos parceiros que também agregam neste sentido”, afirma Marco Antonio Carbonari, diretor da divisão de RFID da CCRR. 
 
A expectativa de crescimento do uso de RFID no mercado é grande. De acordo com Valdir Gaspar, todo o varejo vai caminhar em uma velocidade rápida, e em um espaço curto de tempo. “Neste contexto, a GS1 Brasil é uma das importantes parceiras deste projeto porque está envolvida diretamente com o negócio”, complementa Marco Antonio Carbonari.