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18/02/2013

Opinião

A Europa está mobilizada para descobrir quais produtos industrializados têm carne de cavalo, em vez de carne de bovinos, na sua composição. O escândalo, que faz com que os produtos sejam retirados das prateleiras, levou os países do bloco a propor a realização de testes de DNA nas carnes processadas. “A rastreabilidade poderia evitar este problema ou, em último caso, resolver de forma muito mais rápida e eficaz”, destaca João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação. 

 
A rastreabilidade permite descobrir a origem dos alimentos, obter todo os histórico e informações adicionais e retirar rapidamente o produto de circulação em situações de uma crise alimentar, troca de ingredientes em sua composição, contaminação química, biológica ou perda de qualidade. 
 
Um sistema de rastreabilidade tem como base a utilização de uma identificação única para o produto e suas versões (embalagens, caixas etc) para o registro e busca das informações da trajetória do campo à mesa do consumidor. “Além do próprio código de barras, que permite a identificação, captura e o registro de dados dos produtos, há soluções que usam a tecnologia a radiofrequência. O que precisamos é que elas sejam entendidas e aplicadas para este fim”, defende Oliveira.
 
 
Artigo originalmente publicado em 17 de fevereiro de 2013 pelo jornal O Sul​