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28/02/2014

Oportunidades e visões para 2014

​​​Nas conversas que tive ao longo de 2013 com diversas fontes de informações no segmento de RFID (identificação por radiofrequência), de dentro e de fora do Brasil, incluindo representantes de companhias usuárias da tecnologia, executivos de empresas fornecedoras, empresários, acadêmicos, investidores, etc., o que mais notei foi a certeza comum de que estamos muito perto de uma nova realidade, um mundo onde todos os objetos terão uma inteligência embutida, um chip RFID que dará a estes condições de se comunicar diretamente com os computadores, informando desde sua localização até dados sobre seu estado de conservação. Isso é Internet das Coisas ou IoT, de Internet of Things.

 
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Aqui no Brasil, assim como em outros países, muitos profissionais já compreenderam que esse mercado em processo de maturação oferece oportunidades diver​sas e que estas têm dois meios principais: ser consumidor dessa tecnologia ou tornar-se fornecedor de RFID.
 
Ouvi de um alto executivo de uma grande empresa brasileira que a RFID significa uma grande oportunidade para o País, especialmente para desenvolver uma indústria de semicondutores, graças à simplicidade de seu modelo comercial e pela oportunidade de explorar a criatividade dos engenheiros de hardware e desenvolvedores de software brasileiros. “Enquanto grandes e complexos processadores precisam de máquinas grandes e complexas, ambos com custos altíssimos, os chips de RFID, que também carregam uma complexidade extrema, podem ser vendidos colados a simples etiquetas de papel, o que os torna extremamente acessíveis”, afirmou o executivo.
 
Lógico que, para essa visão empresarial fazer sentido, temos de considerar o que os inlays de RFID podem fazer para melhorar as nossas vidas e incrementar os negócios. E lembrar ainda que um chip de RFID pode ser acoplado também a materiais de maior valor agregado, inclusive cápsulas metálicas que suportam altas pressões e temperaturas, que se inserem, por exemplo, em instrumentos cirúrgicos, que passam por autoclaves para esterilização. 
 
Um dos grandes casos de sucesso deste ano foi o do Grupo Pão de Açúcar, que encontrou na RFID a solução para um problema que afetava tanto a sua área de logística quanto a contabilidade de suas redes de supermercados Pão de Açúcar e Extra, case que você pode conferir no site http://brasil.rfidjournal.com.
 
Durante a abertura do evento, o presidente da ABRAS, Fernando Yamada, ressaltou a importância deste estudo feito sob medida para o supermercadista conhecer as marcas Líderes de Vendas e destacá-las no ponto de venda. "Conhecer as Marcas Líderes é essencial para nós supermercadista orientarmos nossas compras”.
 
Por Edson Perin - Editor do RFID Journal Brasil​